Novembro Roxo 2026: acompanhamento pós-alta protege o futuro de bebês prematuros

 

Pequenos no tamanho, mas com enorme potencial de desenvolvimento. Essa é a mensagem da campanha que o Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) reforça neste Novembro Roxo 2026, mês dedicado à conscientização sobre a prematuridade. Com o slogan "Investir no acompanhamento pós-alta é proteger o futuro", a iniciativa chama a atenção para a importância do cuidado contínuo aos bebês que nascem antes do tempo esperado.

A prematuridade é definida pelo nascimento antes de 37 semanas completas de gestação. Segundo o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, baseado em dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc), o Brasil registrou 3.530.568 nascimentos prematuros entre 2012 e 2022. Em 2022, por exemplo, a prevalência foi de 11,85% no país e de 11,77% no estado do Rio de Janeiro. Dados mais recentes indicam que, somente em 2023, cerca de 300 mil bebês nasceram prematuramente no país, o equivalente a aproximadamente 12% dos nascidos vivos. No cenário mundial, a Organização Mundial da Saúde estima que 13,4 milhões de bebês nasceram prematuros em 2020, o equivalente a mais de um em cada dez nascimentos.

Nessa perspectiva, o Método Canguru aparece como estratégia de atenção humanizada voltada a bebês prematuros ou de baixo peso. A abordagem valoriza o contato pele a pele, o vínculo entre o bebê e sua família e a participação dos cuidadores nos cuidados. Segundo o Ministério da Saúde, essa linha de atenção também contempla o acompanhamento após a alta hospitalar, contribuindo para a continuidade da assistência e o desenvolvimento do bebê.

Além da assistência prestada durante a internação, o acompanhamento após a alta hospitalar é uma etapa fundamental da linha de cuidado ao recém-nascido prematuro. Esse seguimento permite monitorar o crescimento, o desenvolvimento e as necessidades de saúde da criança, além de orientar familiares sobre os cuidados em casa. A assistência é realizada por uma equipe multiprofissional, de acordo com as necessidades de cada bebê.

Importante reforçar que, após enfrentarem desafios nos primeiros dias ou meses de vida, muitos prematuros precisam de acompanhamento multiprofissional para monitorar o crescimento, o desenvolvimento neuropsicomotor e outras condições relacionadas à prematuridade. Especialistas do IFF/Fiocruz explicam como esse acompanhamento pode fazer a diferença ao longo da vida: a neonatologista da rotina da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), Ana Beatriz Souza Machado, e a enfermeira e gestora da Área de Atenção Clínica ao Recém-Nascido, Karla Pontes.

Apenas em 2023, cerca de 300 mil bebês nasceram prematuramente no país (Foto: Bruno Guimarães)

  1. O que caracteriza um nascimento prematuro e quais são os diferentes graus de prematuridade?

Ana Beatriz: Um nascimento prematuro é aquele que ocorre antes das 37 semanas de gestação. Essa antecipação do parto pode ter diferentes causas, entre elas a hipertensão arterial materna e a infecção urinária.

É importante destacar que a prematuridade tardia ocorre entre 34 semanas e 36 semanas e 6 dias de gestação. Já a prematuridade moderada compreende o período de 32 semanas a 33 semanas e 6 dias. Considera-se muito prematuro o bebê que nasce entre 28 semanas e 31 semanas e 6 dias. Já a prematuridade extrema ocorre em nascimentos com menos de 28 semanas de gestação.

  1. Qual é o cenário atual da prematuridade no Brasil e por que ela continua sendo um importante desafio para a saúde pública?

Ana Beatriz: O Brasil avançou significativamente na assistência neonatal, especialmente com a expansão das UTI neonatais, a incorporação de tecnologias e práticas baseadas em evidências, como o uso de corticoide antenatal, surfactante e ventilação não invasiva, além da valorização de cuidados humanizados, como o contato pele a pele, as estratégias de neuroproteção e a participação ativa da família no cuidado ao recém-nascido. Esses avanços contribuíram não apenas para a redução da mortalidade neonatal, mas também para a melhoria da qualidade de vida e dos desfechos do desenvolvimento dos prematuros.

A prematuridade não é uma condição única. Existe uma diferença enorme entre o prognóstico de um bebê nascido com 36 semanas e o de um prematuro extremo, com 24 ou 25 semanas. Os prematuros extremos representam uma parcela menor dos nascimentos, mas concentram grande parte da complexidade assistencial, dos riscos de mortalidade e da necessidade de acompanhamento prolongado.

Hoje, nosso desafio não é apenas garantir a sobrevivência desses bebês, mas assegurar que tenham qualidade de vida, desenvolvimento adequado e oportunidades semelhantes às das crianças nascidas a termo (entre 37 semanas e 41 semanas e 6 dias de gestação). Para isso, precisamos investir tanto na prevenção da prematuridade quanto na assistência neonatal e no acompanhamento dessas crianças após a alta.

  1. A campanha deste ano destaca a importância do acompanhamento após a alta hospitalar. Por que esse cuidado é tão importante e até quando o prematuro deve ser acompanhado por serviços especializados?

Ana Beatriz: A alta hospitalar é uma conquista muito importante para o bebê prematuro e sua família, mas não significa que todos os desafios foram superados. Muitas consequências da prematuridade podem surgir ao longo do crescimento, especialmente as relacionadas ao desenvolvimento neurológico, à linguagem, à visão, à audição e à aprendizagem.

O acompanhamento após a alta consiste na transição do cuidado com o prematuro para a família, para o serviço de puericultura e para os serviços especializados necessários. Ele permite identificar precocemente possíveis alterações e oferecer intervenções quando elas podem trazer maiores benefícios. Vale destacar que o acompanhamento especializado não substitui a puericultura habitual – acompanhamento regular da saúde e do desenvolvimento da criança. Ambos devem funcionar de maneira integrada.

Esse seguimento deve ser individualizado. Os primeiros dois anos são fundamentais, mas os prematuros extremos e aqueles que apresentaram complicações importantes podem precisar de acompanhamento especializado até a idade escolar ou mesmo durante a adolescência.

  1. Quais são os principais riscos ou complicações que podem surgir nos primeiros anos de vida de um bebê prematuro?

Ana Beatriz: Os principais riscos nos primeiros anos de vida de um bebê prematuro estão relacionados à imaturidade dos órgãos, especialmente do cérebro e dos pulmões. Podem ocorrer dificuldades no crescimento, problemas respiratórios, alterações da visão e da audição e, principalmente, desafios relacionados ao desenvolvimento motor, à linguagem e à aprendizagem.

É importante lembrar que nem todas essas alterações aparecem logo após o nascimento. Algumas podem se manifestar apenas quando a criança começa a falar, andar ou frequentar a escola. Mas precisamos transmitir uma mensagem de tranquilidade às famílias: nascer prematuramente não significa, necessariamente, apresentar sequelas. Muitos desses bebês crescem e se desenvolvem muito bem.

  1. Quais sinais pais e responsáveis devem observar durante o desenvolvimento da criança?

Ana Beatriz: Os pais devem estar atentos ao desenvolvimento global da criança. Isso significa observar como o bebê se movimenta, reage aos sons, acompanha objetos com os olhos, interage com as pessoas, se alimenta e, com o passar do tempo, começa a falar e a andar. Alguns sinais, como dificuldade para sustentar a cabeça, pouca interação, ausência de resposta aos sons, atraso na linguagem ou dificuldade persistente para se alimentar, merecem avaliação especializada.

É muito importante lembrar que o prematuro tem seu próprio ritmo de desenvolvimento. Por isso, nos primeiros dois anos, utilizamos a idade corrigida para avaliar suas conquistas, respeitando o tempo que faltou para completar a gestação. Os pais não precisam viver procurando problemas ou comparando seus filhos com outras crianças. O mais importante é acompanhar cada conquista, comparecer às consultas e compartilhar com a equipe qualquer preocupação ou dúvida.

  1. A maioria dos prematuros consegue alcançar um desenvolvimento saudável quando recebe o acompanhamento adequado?

Ana Beatriz: Sim. A maioria dos bebês prematuros consegue crescer e se desenvolver de maneira saudável, especialmente quando recebe os cuidados necessários desde o nascimento.

É claro que existem diferenças importantes entre um bebê que nasce com 35 semanas e outro que nasce com 25 semanas. Quanto maior a prematuridade, maiores são os riscos de complicações. Mas isso não significa que essas crianças necessariamente apresentarão sequelas. Hoje, graças aos avanços da medicina neonatal, conseguimos não apenas aumentar a sobrevivência desses bebês, mas também melhorar suas perspectivas de desenvolvimento.

Nesse processo, o acompanhamento após a alta tem papel fundamental, pois permite identificar precocemente possíveis dificuldades e iniciar intervenções no momento mais oportuno.

  1. A campanha afirma que "investir no acompanhamento pós-alta é proteger o futuro". Na prática, como esse acompanhamento pode impactar a saúde, o desenvolvimento e a qualidade de vida de um bebê prematuro ao longo dos anos?

Ana Beatriz: Quando falamos que investir no acompanhamento pós-alta é proteger o futuro, estamos dizendo que não basta garantir a sobrevivência de um bebê prematuro. Precisamos oferecer condições para que ele cresça com saúde, desenvolva suas habilidades e tenha qualidade de vida.

Durante a internação na UTI neonatal, enfrentamos grandes desafios para garantir que o bebê sobreviva. Mas, após a alta, começa uma etapa igualmente importante: acompanhar seu crescimento e desenvolvimento. Esse acompanhamento faz diferença em diversos aspectos.

O acompanhamento permite monitorar a saúde física, identificando precocemente alterações de crescimento, nutrição, visão, audição e outras condições que podem impactar a qualidade de vida. Também favorece a detecção precoce de dificuldades motoras, cognitivas e de linguagem, ampliando as chances de melhores resultados no desenvolvimento. Além disso, ajuda a reconhecer desafios de aprendizagem, atenção e comportamento, possibilitando o suporte necessário para a autonomia da criança. Para as famílias, oferece orientação e apoio, fortalecendo sua participação no cuidado e no desenvolvimento infantil.

Existe ainda um aspecto importante para a saúde pública: o acompanhamento estruturado pode contribuir para evitar complicações, reduzir internações potencialmente preveníveis e diminuir o impacto de algumas condições no longo prazo.


Os avanços da medicina neonatal ampliaram a sobrevivência e favoreceram o desenvolvimento dos bebês prematuros (Foto: Bruno Guimarães)

  1. Quais são os principais desafios enfrentados pelos pais quando o bebê prematuro recebe alta da unidade neonatal?

Karla Pontes: A alta hospitalar é um momento de muita alegria, mas também pode trazer insegurança, medo e ansiedade para as famílias. Por isso, durante a internação, é fundamental que a equipe multiprofissional incentive os pais a participarem dos cuidados com o filho, de acordo com sua evolução clínica, e tenham a oportunidade de esclarecer dúvidas.

É natural que, ao chegar em casa, os pais se sintam inseguros diante da responsabilidade de assumir os cuidados cotidianos com o bebê, especialmente pelo receio de não reconhecer sinais de alerta ou de não conseguir atender adequadamente às suas necessidades.

Entre os principais desafios estão a adaptação da rotina familiar aos cuidados com o bebê, como alimentação, administração de medicamentos quando prescritos e reconhecimento de possíveis alterações clínicas. Além disso, dificuldades financeiras, limitações de transporte e acesso aos serviços de saúde, bem como a necessidade de conciliar os cuidados com o trabalho são fatores complexos enfrentados por muitas famílias.

Por isso, é fundamental compreender que a alta hospitalar não representa o fim do cuidado, mas o início de uma nova etapa, que exige acompanhamento, orientação e apoio contínuos. A família precisa se sentir preparada, acolhida e segura para cuidar do bebê em casa.

  1. Quais cuidados básicos exigem mais atenção nesse período de adaptação?

Karla Pontes: Cada bebê que nasce prematuro possui necessidades próprias, e os cuidados devem ser individualizados. Alguns pontos merecem atenção especial, como alimentação (disposição para mamar, frequência das mamadas e tipo de leite), padrão de sono (posição adequada e cuidados com o berço), higiene das mãos e do ambiente, visitas e sinais de alerta.

  1. Como a enfermagem, em parceria com a equipe multiprofissional, contribui para a continuidade do cuidado após a alta hospitalar?

Karla Pontes: Toda a equipe multiprofissional é fundamental para o cuidado com o bebê. A equipe de enfermagem desempenha um papel estratégico na preparação da família para a alta hospitalar, por manter uma relação próxima com os pais durante a internação. Essa proximidade favorece a identificação de dúvidas e dificuldades, favorecendo as orientações aos pais de forma individualizada e promovendo, gradualmente, segurança e autonomia necessárias para a continuidade dos cuidados.

Ressalto que a melhor estratégia para preparar os pais para os cuidados após a alta hospitalar é iniciar as orientações durante a internação, de forma gradual e contínua, permitindo que adquiram conhecimento, habilidades e confiança para cuidar do bebê em casa.

No momento da alta, a mistura de sentimentos, como ansiedade, alegria e expectativa, pode dificultar a assimilação e a retenção de informações importantes. Por isso, é fundamental que as orientações da equipe multiprofissional sejam reforçadas ao longo da internação e retomadas no momento da alta, garantindo maior segurança e confiança às famílias.

  1. Qual a importância das consultas de seguimento para monitorar o crescimento e o desenvolvimento do bebê prematuro?

Karla Pontes: As consultas de seguimento são essenciais porque o bebê prematuro pode apresentar necessidades específicas mesmo após receber alta e estar clinicamente estável.

Uma equipe multiprofissional oferece acolhimento e avalia o crescimento e o desenvolvimento da criança, identificando precocemente possíveis alterações e intervindo de forma oportuna, favorecendo melhores resultados de saúde e desenvolvimento.

Nessas consultas, são avaliados o peso, o comprimento, o perímetro cefálico, a alimentação, o desenvolvimento motor, a visão, a audição e outros aspectos, conforme a história clínica e as necessidades de cada bebê. Também é um momento importante para revisar a vacinação, avaliar a necessidade de acompanhamento por especialistas e oferecer suporte emocional à família.

É importante que, na alta hospitalar, as consultas já estejam programadas. O seguimento não deve ser visto apenas como uma avaliação do bebê, mas como uma oportunidade de apoiar os pais e fortalecer a rede de cuidado.

  1. De que forma a equipe orienta os responsáveis sobre alimentação, vacinação e prevenção de infecções e como os pais podem identificar situações que exigem avaliação médica imediata?

Karla Pontes: As orientações para a alta devem ser claras, práticas e individualizadas, abordando os principais aspectos do cuidado, esclarecendo dúvidas e verificando a compreensão dos responsáveis.

Entre os temas essenciais estão a alimentação, com incentivo ao aleitamento materno sempre que possível, e a vacinação, com a caderneta atualizada e orientações específicas para prematuros. Também devem ser reforçadas medidas de prevenção de infecções, como a higiene das mãos, a manutenção de ambientes ventilados e a redução da exposição a pessoas doentes e aglomerações.

Além disso, os responsáveis precisam estar atentos a sinais de possíveis complicações, como febre, dificuldade respiratória, recusa alimentar, sonolência excessiva, diminuição da urina, convulsões ou vômitos persistentes. Em situações que exijam atenção imediata, especialmente quando houver dificuldade para respirar, coloração azulada da pele ou dificuldade para despertar, ressalto que a procura por atendimento de emergência deve ser imediata.

  1. Como práticas como o contato pele a pele, a amamentação e a estimulação precoce contribuem para o desenvolvimento do bebê?

Karla Pontes: Essas práticas são fundamentais para o cuidado integral do bebê prematuro, pois favorecem o crescimento, o desenvolvimento físico, o vínculo afetivo, a segurança emocional e a participação da família no cuidado.

O contato pele a pele ajuda a estabilizar os batimentos cardíacos, melhorar o padrão respiratório e promover um sono saudável. A amamentação oferece nutrientes e componentes imunológicos importantes, além de contribuir para a proteção contra infecções e para o fortalecimento do vínculo entre mãe e bebê.

A estimulação precoce deve respeitar a idade corrigida, as necessidades individuais e o ritmo de desenvolvimento de cada bebê. Conversar suavemente, manter contato visual quando o bebê estiver alerta, proporcionar colo, toque delicado e oportunidades de movimento e interação são exemplos de experiências que podem favorecer o desenvolvimento. Quando houver indicação, a equipe multiprofissional poderá orientar intervenções específicas.

  1. Neste Novembro Roxo, que orientações você considera essenciais para que as famílias enfrentem esse período com mais segurança e confiança?

Karla Pontes: O tema deste ano, “Pequeno no tamanho, grande no potencial. Investir no acompanhamento pós-alta é proteger o futuro”, ressalta que o cuidado com o bebê prematuro e com sua família deve continuar após a alta hospitalar.

A equipe multiprofissional deve ter como meta fortalecer a rede de apoio familiar, orientar sobre a importância de comparecer às consultas, seguir as recomendações recebidas e procurar ajuda sempre que houver dúvidas ou sinais de alerta.

Nesse contexto, precisamos ampliar a conscientização sobre a prematuridade, fortalecer as políticas públicas, qualificar os profissionais de saúde e garantir que as famílias tenham acesso a uma assistência qualificada, segura e contínua.

Por fim, gostaria de deixar uma mensagem especial: cuidar de um bebê prematuro é muito mais do que tratar uma condição clínica. É proteger vidas, fortalecer vínculos, apoiar famílias e construir oportunidades para um futuro mais saudável.

 15. Dentro desse contexto, quais ações e iniciativas do IFF/Fiocruz você destaca no cuidado e acompanhamento de bebês prematuros e suas famílias?

Karla Pontes: O Instituto tem um papel estratégico na disseminação das boas práticas referente ao cuidado neonatal e, portanto, várias ações e iniciativas são implementadas, como:

  • Seguir os 10 passos do cuidado neonatal, que visam reduzir a mortalidade e qualificar a assistência aos recém-nascidos, especialmente prematuros e de risco, por meio de práticas baseadas em evidências científicas e maior segurança no atendimento;
  • Ter uma linha de cuidado voltada ao bebê prematuro, envolvendo todos os profissionais da equipe multiprofissional, para monitorar a qualidade da assistência e orientar decisões clínicas e de gestão;
  • Estimular a presença da família na Unidade Neonatal, promovendo o contato pele a pele precoce e o vínculo afetivo;
  • Ter um ambulatório de seguimento com sistematização do cuidado ao longo de toda a infância, e não somente nos primeiros dois ou três anos de vida, com envolvimento das famílias e comunicação entre os profissionais envolvidos;
  • Disponibilizar cartilhas com orientações referentes à admissão, à organização e à transição da alta neonatal, bem como sobre o seguimento ambulatorial;
  • Promover cursos e eventos alusivos à prematuridade.